Tradutor

07/06/12

O virtual e o real


Estamos vivendo um período em que dois mundos se confundem: o virtual e o real.
Muitas pessoas, especialmente jovens, adolescentes e crianças, dedicam horas do seu dia no mundo virtual.
Por falta de alguém que lhes oriente ou lhes faça companhia no mundo real, buscam suprir essa carência na Internet.
Batem longos papos... virtuais. Olhos nos olhos? Não. Talvez nem se conheçam.
Trocam abraços apertados, mas não sentem o calor humano.
Enviam flores... virtuais. Sem perfume, sem textura, sem graça...
É um mundo atraente, porque oferece uma grande variedade de opções e exige esforço mínimo.
Nesse mundo, gastam horas e horas sem perceber que o tempo passou.
Sentam-se confortavelmente diante de um microcomputador e viajam pelo mundo... sem sair de casa.
Não é preciso enfrentar problemas no trânsito, nem pagar passagem, nem sofrer com a chuva, com o calor ou o frio.
Muitos entram pelas portas desse fascinante mundo virtual em plena luz do sol e só se dão conta que já raiou um novo dia quando o sono avisa que a madrugada chegou.
Nesse mundo em que amigos imaginários se encontram, pouco importa a realidade de uns e de outros.
Eles não se conhecem, ou se conhecem pouco, mas trocam inúmeras informações, nem sempre verdadeiras, pois isso não tem tanta importância.
Vivem intensamente esse mundo, onde a imaginação tem asas...
Onde se pode fazer o que se deseja sem que ninguém saiba. Conectar-se com os mais variados assuntos e obter prazeres imaginários.
Poderíamos até dizer que para alguns esse mundo virtual é mais fascinante que a realidade.
Mas será que o uso desmedido desse recurso não está nos tornando insensíveis, falsos, viciados, promíscuos?
Será que não estamos navegando em águas sombrias e perigosas?
A Internet é um avanço importante para facilitar nossa vida e abrir novas portas de comunicação e integração entre criaturas.
No entanto, não surgiu para que fechemos a porta do mundo real.
Não surgiu para que evitemos o contato físico com nossos familiares, nossos vizinhos e amigos.
O mundo virtual, por mais atraente que seja, não tem calor, nem perfume, não tem a vibração da natureza, nem o brilho do sol.
É um mundo onde tudo é válido... Mas nem tudo é verdade.
Sem o contato pessoal não se pode perceber o apoio num sorriso, a compaixão num olhar, o calor de um aperto de mão, nem a docilidade de um gesto de ternura.
Quem se isola no mundo virtual acaba perdendo a sensibilidade e desenvolvendo a indiferença diante dos acontecimentos reais.
A Internet surgiu para abrir novas possibilidades em nossas vidas, e não para que nos isolemos em casa, fugindo da realidade para viver da imaginação.
Nossa caixa de mensagens pode estar abarrotada de beijos, abraços, bom dia e boa noite, feliz aniversário e outras felicitações... Virtuais.
Leia Mais ►

Existem riscos na maconha ?


Existem riscos na maconha ?
Riscos da maconha são 'subestimados', dizem especialistas
Para os riscos de desenvolver câncer de pulmão, cada cigarro de maconha equivale a 20 cigarros convencionais.
Especialistas alertam que o público perigosamente subestima os riscos de saúde ligados a fumar maconha. A British Lung Foundation realizou um levantamento de 1.000 adultos e constatou que um terço erroneamente acredita que a cannabis não prejudica a saúde. 
E 88% pensavam incorretamente que cigarros de tabaco seriam mais prejudiciais do que os de maconha - quando um cigarro de maconha traz os mesmos riscos de um maço de cigarros. A British Lung Foundation afirma quer a falta de consciência é "alarmante". 
Amplamente utilizado 
Os números mais recentes mostram que 30% das pessoas entre 16 e 59 anos de idade na Inglaterra e no País de Gales usaram cannabis em suas vidas. Um novo relatório do BLF diz que há ligações científicas entre fumar maconha e a ocorrência de tuberculose, bronquite aguda e câncer de pulmão. 
O uso de cannabis também tem sido associado ao aumento da possibilidade de o usuário desenvolver problemas de saúde mental, como a esquizofrenia. Parte da razão para isso, dizem os especialistas, é que as pessoas, ao fumar maconha, fazem inalações mais profundas e mantêm a fumaça por mais tempo do que quando fumam cigarros de tabaco. 
Isso significa que alguém fumando um cigarro de maconha traga quatro vezes mais alcatrão do que com um cigarro de tabaco, e cinco vezes mais monóxido de carbono, diz a BLF. A pesquisa descobriu que particularmente os jovens desconhecem os riscos. 
'Campanha pública' 
Quase 40% dos entrevistados com até 35 anos de idade - a faixa etária mais propensa a ter fumado cannabis - acreditam que maconha não é prejudicial. No entanto, cada cigarro de cannabis aumenta suas chances de desenvolver câncer de pulmão para o equivalente aos riscos de quem fuma um pacote inteiro de 20 cigarros de tabaco, a BLF advertiu. 
A chefe-executiva da BLF, Helena Shovelton, disse: "É alarmante que, enquanto pesquisas continuam a revelar as múltiplas consequências para a saúde do uso de maconha, ainda há uma perigosa falta de sensibilização do público sobre o quão prejudicial esta droga pode ser." 
"Este não é um problema de nicho - a cannabis é uma das drogas recreativas mais utilizadas no Reino Unido, já que quase um terço da população afirma ter provado. Precisamos, portanto, de uma campanha de saúde pública - à semelhança das que têm ajudado a aumentar a conscientização sobre os perigos de se comer alimentos gordurosos ou fumar tabaco - para finalmente acabar com o mito de que fumar maconha é de algum modo um passatempo seguro."
O relatório do BLF recomenda a adoção de um programa de educação pública para aumentar a conscientização do impacto de fumar maconha e um maior investimento na pesquisa sobre as consequências para a saúde de seu uso.

Para maiores detalhes acesso o site de origem ..
FONTE: http://saude.ig.com.br/minhasaude/2012-06-06/riscos-da-maconha-sao-subestimados-dizem-especialistas.html

Leia Mais ►

Qual o Segredo dos casais Felizes?

Qual o Segredo dos casais Felizes?
Segredos dos casais felizes
As pessoas admiram os casais que dão certo, famosos ou anônimos que são felizes se amando por toda a vida. Mas nem sempre esses eternos apaixonados servem de exemplo quando o assunto é explicar o segredo de seu sucesso no amor. Falar sobre o tema, para a maioria das pessoas, pode ser mais difícil do que vivenciá-lo. Por isso mesmo são utilíssimos os livros que abordam as relações a dois. 
É o caso de 'Para Viver um Grande Amor', que acaba de ser lançado pela Editora Gente. Ele foi escrito por Ailton Amélio e Monica Martinez. Antes de entender o que o livro traz de tão bom, vale a pena saber quem são os autores. 
O doutor Ailton ganha a vida ensinando a amar: ele é professor de Relacionamento Amoroso nos cursos de graduação e pós-graduação do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Monica também é doutora e ganha a vida escrevendo livros, artigos e ensinando jornalismo em outras universidades, também de São Paulo. Os dois não são amantes, mas tornaram-se parceiros em um livro que resume em uma linguagem simples e clara tudo o que é preciso saber sobre um assunto que sempre interessa. 
Dividido em seis capítulos, o livro explica desde os mecanismos que permitem amar até o quanto é importante dosar bem o ciúme. Dois capítulos merecem atenção especial: o terceiro, ''O que faz uma união dar certo'' e o quarto, ''Como se comunicar bem''. Vejamos nos destaques um resumo de ambos. Vale pôr em prática!
A importância da conversa no relacionamento
Muitos benefícios são obtidos pela comunicação, como a satisfação das necessidades pessoais e do parceiro. Para tornar as conversas mais fáceis, tente: 
1. Compartilhar as coisas importantes que estão se passando com você. Isso fortalece a intimidade e o vínculo entre vocês. 
2. Ser gentil por meio das palavras. Agradeça, peça licença, desculpe-se quando tiver de interrompê-lo. 
3. Mostrar admiração. Valorize o parceiro: quem ele é, o que ele faz, diz, percebe. Comente aquilo que você sinceramente admira nele. 
4. Desenvolver papos rotineiros O tema pode ser superficial, mas os efeitos são positivos: além da troca de experiências, cria-se envolvimento, entusiasmo e o casal ainda se entretém. Isso evita as conversas para ''discutir a relação''.
Para a união dar certo
Ailton e Monica afirmam que quatro fatores garantem a manutenção de um bom casamento 
1. Escolha apropriada do parceiro 
Casamento é uma aposta alta: não basta a união durar, é preciso que ela seja boa. 
2. Satisfação obtida no relacionamento 
Se os parceiros estão felizes, têm menos motivos para buscar fora o que encontram em casa. 
3. Equilíbrio na balança de alternativas disponíveis 
Ao se casarem, muitas pessoas têm valor igual no mercado amoroso, possuem níveis semelhantes de qualidades e defeitos. Contudo, pode ocorrer de um se desenvolver mais. Sugestão: é preciso acompanhar o desenvolvimento do par. 
4. Investimentos 
Abdicar de ganhos imediatos para obter ganhos futuros. Por exemplo: comprometer-se com o parceiro; ter sonhos e projetos em conjunto; deixar de ser ''eu e você'' para sermos ''nós''.

FONTE: site ANAMARIA

E você? 
Tem algum segredo de felicidade  que queria dividir  conosco?
Compartilhe ...

Leia Mais ►

Você é um Ciberviciado ?


Ciberviciado é o nome que é dado há uma pessoa que é ou está se tornando viciada pela internet. Muitas vezes quando pronunciamos a palavra “vício” logo pensamos o que a maioria das pessoas pensa como vícios em drogas, álcool e etc. Mas o que vamos tratar aqui é sobre o vício também só que pela internet. 
Para poder reconhecer uma pessoa que pode estar viciada em internet, basta verificar seu comportamento, ou seja, se ela fica muito tempo em frente ao computador, se deixa de cumprir seus afazeres para ficar em frente ao computador, se fica muito nervoso e irritado se alguém tenta “colocar a mão” em seu PC. 
Segundo especialistas, 6% a 10% das pessoas sofrem deste mal e também pode ser chamado de “compulsão à internet” e pode afetar também os familiares amigos, fazendo com que ocorra o estress. 
O vício pela internet pode ser classificado em vários outros vícios, como por exemplo: 
1. Fotobisbilhotice: acessar álbum de pessoas que jamais viu na vida. 
2. Blog-indiscrição: expor segredos pessoais que deveriam ser mantidos em sigilo. 
3. Chicletepod: são pessoas que gostam, muito de músicas antigas, e navegam na internet em busca de conhecê-los mais. 
4. Ego-navegação: pessoas que sempre buscam saber sobre ocorrências, ou seja, pesquisa se em seu nome ou o nome de outra pessoa, e verifica se há alguma passagem pela polícia. 
5. Blackberrymania: pessoas que o tempo todo verificam o blackberry (aparelho que armazena fotos, vídeos e etc.). 
6. Google-espionagem: pessoas que espionam a vida de outras pessoas pela internet. 
7. Cibercondria: pessoas que não vão ao médico e procuram diagnósticos de suas doenças pela internet. 
8. Wikipedimania: é uma pessoa que é viciada em um site de pesquisa que é chamado de Wikipedia. 
Sendo assim, pessoas que sofrem deste mal, têm de procurar um médico e pedir ajuda para que um tratamento seja realizado.


Para maiores informações acesse o site de origem ...
FONTE: http://www.colegioweb.com.br/curiosidades/ciberviciado.html

Leia Mais ►
.
.